Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Do Jornalista

O 16° Vaca Amarela foi a pior edição de um festival independente em Goiânia

Dois dias de festival em Goiânia. Sexta e sábado (22 e 23 de setembro). O segundo dia ainda virá, mas já é possível e necessário decretar o que foi essa 16° edição do Vaca Amarela, no Palácio da Música do Centro Cultural Oscar Niemeyer: ruídos, ineficiência e queda total dos equipamentos de som por repetidas vezes; inúmeros assaltos relatados no ambiente do festival, sem atendimento da produção; logística básica para o comércio de bebidas totalmente equivocada; atrasos, gafes e falta de profissionalismo da produção no palco; além de inúmeros problemas prévios de informação ao público. O contraponto foi o talento, profissionalismo e empatia dos artistas diante do público e da (des)organização. Nem artistas, nem público mereciam o descaso e o despreparo da produção neste ano. Pabllo Vittar é mesmo todo aquele furacão que foi noticiado no Rock in Rio. É uma cantora incrível, com performance única e sensível. Reergueu o show inúmeras vezes, mesmo depois de problemas com a abertura da cor...

Sobre Scalene no Vaca

Drops Vaca Amarela 2015 é uma extensão antecipada de um dos melhores festivais de música alternativa em Goiânia e tem projeção nacional. Ontem, 26/07, viajaram feio em uma proposta boa: apresentaram a recém-famosa banda Scalene (DF) com abertura do Aurora Rules (GO) em um grande e bonito - mas afastado - teatro da capital. Scalene Scalene pode ser mais uma banda de rock de Brasília, mas que na verdade parece vir do sul do país. É... os caras tem uma pegada muito Queens of the Stone Age misturada com emocore, bem típico dos barbudos das regiões mais frias do Brasil. Talvez sejam pop demais (ainda mais tendo sido finalistas do Superstar - Globo), mas a qualidade - letra e peso - compensam e muito. A bateria é executada magnificamente e o vocal é muito bom para os ouvidos, mas poderia estar com microfone mais alto neste show. É bom ver uma luz no fim do túnel da escuridão dos produtos culturais pop. "Apague as luzes, jogue fora as definições. Diga agora tudo o que vê na escurid...

"Maurice": didática militante sob uma poética teatral crítica e bela

Por meia hora e pouco mais sobrou assunto entre Adriane, Jordana e eu após assistirmos "Maurice", peça da Cia. de Teatro Sala 3 , no Teatro Goiânia . Estreou dia 10, vimos dia 11 e haverá reapresentação dia 17 de dezembro de 2014. A dramaturgia trata de homossexualidade e, menos, de religião. Mas assuntamos na porta do teatro zilhões de temas com o eixo da regulação da sociedade. Uma peça que cria o continuum para tanto debate merece aprofundamento e tentarei lançar um olhar crítico sobre "Maurice". Mania de jornalista para quem sabe ser interessante para alguém, carentes que somos de críticos dramáticos. Os rostos (dos atores ou das personagens?) recepcionam o público. Início do século XX europeu, cenografia cinematográfica da literatura de E. M. Forster. O tempo é cronológico obedecendo capítulos da infância castradora e de parcas brincadeiras até os indícios de virilidade tornados descoberta homossexual e contrastes dos personagens esféricos de Maurice Hall e ...

Uma lição de um Desaguar: a profissionalização do ator

A 13ª Mostra Desaguar do Centro de Educação Profissional em Artes Basileu França, que apresentou os espetáculos teatrais de formatura de alunos-atores nos dias 18 a 22 de novembro de 2014, me mostrou um pouco do que talvez eu apenas suspeitasse durante meus dois anos de estudo neste Teatro-Escola e me recordou importantes referências vivas e cotidianas durante meu processo de formação. Na verdade, sou especialista de generalidades humanas. Estudo comunicação e teatro, coisas que todo mundo nasce fazendo, coisas sem as quais a humanidade não seria. Atividades profissionais que sempre causam controvérsias burocráticas. O jornalismo perde seu diploma e todo mundo já fez 'teatrin'. Meu pêndulo balança muito para a comunicação popular e para o teatro do oprimido... Minha experiência até agora já me deu suficientes provas de que, como ferramentas pedagógicas, são libertadoras da condição humana. Por outro lado, meu pêndulo percebe o artista em si mesmo e sua investida profis...

Pessoas-instituições, pseudoenvolvimento e o acúmulo da obrigatoriedade

Este texto informal é um primário convite à reflexão direcionado principalmente a pessoas envolvidas em causas sociais para que respondamos porque estamos sempre atrasados e insatisfeitos com os resultados de nossas conturbadas agendas políticas? Apesar da pergunta intrigante, minha provocação maior deve vir no formato afirmativo. Trata-se da minha resposta a tal questionamento para aprofundar a reflexão além da habitual e indefinida acusação geral do sistema capitalista opressor como resposta fácil, o pão de cada dia que nutre as militâncias sofridas. Busco um olhar para dentro sem tirar o pano de fundo social. Vou tentar ser sistemático em três hipóteses paralelas: Observo há algum tempo um fenômeno identitário referente ao nosso modo de ser nas organizações sociais e populares que estou chamando de "pessoas-instituições", fator correlato a um crescente pseudoenvolvimento que, como resposta, atrai um acúmulo de obrigatoriedade. 1. Um movimento, grupo, coletivo, rede, ...

Agregações e desagregações sociais

Quando falo aos cristãos assunto o socialismo, na lida dos movimentos populares trago o holismo, para os adeptos das culturas de paz problematizo a conjuntura política... Aos mudos não faz mal aprender braile. À consciente fragmentação da ciência, observada principalmente na medicina, se soma a contemporânea percepção de uma complexo movimento das sociedades: a agregação temática formando cidades-tribos e grupos qualificados que propõe a desagregação do ser. Ninguém é completo em nenhuma identidade social a que se vincula, seja de ordem militante, religiosa, profissional ou científica. Complicado? Não, eu explico: sou jovem ambientalista, mas não basta. Há muito do meio empresarial que critico, por exemplo, com que devo aprender, além de assumir que a generosa Mãe Terra os alimenta por filhos pródigos ou não, assim como a mim. Complexo? Sim. Complexus, do latim, remonta à formação da teia ou da rede onde tudo está interligado. Somente um pensamento complexo ligaria as reformas so...

Margem, ordem e progresso

Ordeiro, sempre foi esse povo brasileiro. Da estampada “Ordem e Progresso” de nossa bandeira, lia-se nesta segunda palavra uma simples poesia... para não dizer utopia. Eis que se realiza: O progresso tem chegado às cidades. Estamos em Pires do Rio (GO), ao lado da minha querida Palmelo, sudeste goiano. O progresso chegou sob a ordem do ícone da revolução industrial, grandes empresas e extensas fábricas se instalaram empregando o povo vizinho e ampliando os cercados do município. Os 30 mil habitantes hoje podem até acessar um site emdesenvolvimento . Os canteiros nas ruas e praças estão um mimo só. Escolas, particulares e públicas, indústrias, comércio fervilhante, liquidação todo dia, chamando o concurso das empresas de crediário. É a modernidade. Só faltava um item característico para o diagnóstico definitivo dessa patologia social chamada progresso iluminista: a margem. Mas não se preocupem, pois já se consegue delinear. Há lojas em que se sabe, só entra rico. Ou seja, ...

Patrícia, Mito e Eliane

Os mitos são pisca-pisca de vagalume [ou bioluminescência] em cenário-tempo escuro de teatro; suprem, inevitavelmente a aptidão da visão na esperança de aclarar o que mais se deseja ver. Eliane Brum é um mito para muitos jornalistas e leitores porque desafia, amorosamente com a tal bioluminescência, o ato de ver melhor das pessoas. E faz isto com o seu papel de jornalista-escritora, assim como o vagalume em sua função comunicativa de brilhar. Ambos, porém, existem magnificamente para além disso. A escritora de "histórias para lembrar que não existem vidas comuns - só olhos domesticados" tornou-se um mito para mim nas aulas da Jornalismo Impresso com a professora e jornalista do O Popular, Patrícia Drummond. Foi fácil me apaixonar pelas descrições da Patrícia, afinal nunca tive muita vocação para protótipo de William Bonner, como ainda querem alguns parentes. Divagações e lembranças a parte, interessa contar que escrevo este texto logo depois da palestra proferida pela Eli...

Voto Nulo – para entender de uma vez por todas

Neste período eleitoral, mais que nos anteriores, o termo “voto nulo” ronda o imaginário dos eleitores. Não estou chutando isso. Em termos de internet, o Google mostra que em 2012 o termo já foi mais procurado que em todo período eleitoral e pós-eleitoral do último pleito. A despeito de uma 'campanha-sem-dono' pelo voto nulo que se espalha por algumas vias principalmente na internet, a publicidade governamental e a reprodução ideológica dos jornais empunham uma cara campanha para que o cidadão “exerça seu direito de votar em alguém”. No meio da guerra de argumentos que a imprensa não consegue aclarar (fiz um quadro a baixo para sintetizar), li um artigo realmente esclarecedor, escrito pelo assessor do TRE, Alexandre Francisco de Azevedo, no Jornal O Popular.  Ele consegue manter seu posicionamento contra o voto nulo enquanto explica judicialmente todos os lados. No entanto, um termo infeliz não pôde passar em branco pelo meu crivo de leitura: ele cita duas vezes que voto ...

O domingo do Bananada 2012

Dom Casamata: instrumental comandando O instrumental tem aparecido com mais força. E tem surpreendido na qualidade. Exemplo disso é o som que Dom Casamata (GO) e Aeromoças e Tenistas Russas (SP) mandaram no domingo, 6 de maio, no Bananada 2012, no Centro Cultural da UFG. Forgotten Boys: as primeiras rodinhas Entre os dois, Red Boots (RN) tocou. É, simplesmente, guitar and drumm. São meio loucos. O baterista não quer saber de outra coisa se não espancar seu instrumento. O vocalista é ininterpretável. Doido. Mete a mão na guitarra, joga para o lado, maltrata a coitada. Enquanto faziam seu som, mandaram bem. Só não adiantava tentar falar. Falava enrolado. O cara é do tipo drogado por natureza. Tipo: "êeeesultmusga" significa: "Esta é a última música". Violins é a melhor banda, repito. Musicalmente, poeticamente e tudo que tem haver com a mente. Todo mundo cantou junto e todos esperavam mais músicas. Os pedidos nunca acabam no show do Violins. Público bem fi...

O sábado do Bananada 2012

Como se pode ver ao lado pela minha marcação no folder do Bananada 2012, estava pronto para conhecer ao vivo a Cambriana e o Macaco Bong e curtir o já idolatrado Diego de Moraes , como prioridades. Mais cedo nesta sábado, 5, participei do 3º Fora Marconi  percorrendo cerca de 3 km, o que deixou o gordinho aqui meio exausto. Cheguei, dormi... só acordei às 19 horas. Resultado: perdi o show da Cambriana e, quando cheguei os cuiabanos do Macaco Bong já tinham começado o show. E que show! Para compensar meu atraso, fui lá para a grade do palco ver Diego e Jards Macalé. Bong Bom! Macaco Bong: controlou meus sentimentos Em minha cabeça ainda quadrada pouco entrava de música instrumental. Sempre fui fã das letras, da poesia falada pela boca. Mas a guitarra, o baixo e a bateria do power trio do Macaco Bong me fizeram pirar. Tenho que destacar que realmente os caras são muito bons e fazem um rock and roll de primeira. O contra-baixo do Gabriel Murilo tomou con...

A nova dupla do sucesso que ninguém conhece

Resenha elaborada para a disciplina de Webjornalismo II na Faculdade Araguaia. Com esse puta título mal elaborado, o assunto até poderia ser mais uma narrativa sobre dois amigos de infância que se encontraram no coral da igreja e foram tocar Milionário e José Rico num bar da esquina de Goiás. Aposto que também poderia se referir a um valoroso mito do axé da Bahia. Martin e Eduardo. Apesar de ser uma dupla com nome combinadinho e que veio da Bahia, não... não é axé, nem sertanejo. Rock é o que o guitarrista e o baterista da Pitty dizem fazer neste, que é o projeto paralelo no qual Martin assume o vocal. Bem que as letras de ressaca de desempregado notadas em faixas como Passa em volta e Strange Days lembram as dores de corno da maioria das duplas sertanejas. Como os músicos renegam o axé baiano desde sua ascendência na carreira, não sobrou nenhum acorde que incite o desimprovisado ‘tira o pé do chão e grita’ para comparar. Se não fosse projeto paralelo, provavelmente, esse ...

Por quê as faculdades particulares devem ser explodidas

Pelo mesmo motivo que o mundo deve explodir. Como dizem que deve ser... apocalipse mesmo. Lançar o fogo e arar a terra para receber novo plantio, cultivar (de cultura). Sim, eu sei que não é algo que um presidente de centro acadêmico em uma instituição particular costuma falar, mas eu acho que as faculdade particulares deveriam explodir! Até a que eu estudo, claro! Sim, eu também sei que as universidades públicas são cheias de problemas e que seus alunos tem a leve impressão de que as particulares são melhores porque a verba depende apenas de iniciativa privada. Ai é que começa o problema. O Cristiano Cunha, companheiro anapolino e amigo de movimentos sociais, uma vez disse: "A cultura é o problema". Eu, como todos na ocasião, não entendi. Nos últimos dias, tenho compreendido melhor. Nas faculdades particulares, cultiva-se apenas o "estuda ai e faça nosso nome acadêmico" enquanto isso eles ganham dinheiro, mesmo que jurem de pés juntos não ser a motivação...

Aula de cidadania

Greve na Educação? Os professores goianos decidiram dar a melhor aula de todas. Fora de sala, não vale nota e tem a participação massiva de todos os alunos: Aula de cidadania! A despeito da decisão do juiz substituto em segundo grau de plantão neste final de semana, Fábio Cristovão, o grupo Mobilização dos Professores de Goiás  e a União Goiana dos Estudantes Secundaristas de Goiás ( UGES ) deram início à greve da Educação. Enquanto o governo veiculava freneticamente na TV local a informação de que alunos poderiam ir às escolas porque haveria aula normal, a mobilização ganhava força nas redes sociais, permanecendo no topo das discussões no Twitter em Goiás até hoje (6). Sete da manhã e os alunos do Lyceu já estavam sentados na escadaria de entrada do colégio e um carro de som na porta. Discursos inflamados de alunos e professores presentes retiravam, aos poucos, os poucos resistentes de dentro da escola. "Vamos ligar para alunos de todos os colégios e convocá-los pra cá...

Adele

Choveram amigos apresentando ou pedindo minha opinião sobre essa cantora britânica de soul. Acho que a primeira foi antes mesmo do  21  ser lançado. Minha melhor amiga paulista, Fabiele, já questionou afirmando: "Adele é boa demais, não é?" A crítica acusou equanimidade escancarada ao resto do cenário musical (com razão), mas passou a repetir tanto que transformou Adele em um dos nomes mais pesquisados na internet em 2011, com cerca de 800 milhões de visualizações em seus vídeos no YouTube. Li muitas críticas, escutei os dois álbuns de estúdio, vi os clipes disponíveis, presenteei meu irmão com o DVD ao vivo e fui assistir junto. Duas vezes pra não cair na crítica vazia com base apenas nos hits "Someone Like You" e "Rolling in the deep". Agora da pra opinar sem me arrepender. As pessoas que me perguntaram nem devem querer mais minha opinião e provavelmente nem vão ler, dado meu atraso de meses para alguns casos. Vamos por tópicos que mais me incomod...

Perspectiva transversal da comunicação para os movimentos sociais

Sociedade: Segundo a Wikipédia (na falta de uma fonte melhor para o momento), trata-se de uma “associação amistosa com outros”. Interpretando no nosso contexto: São necessárias divergências para haver  associação  entre elas. Se é  amistosa , é porque foram construídas formas de organização que possibilitaram isso. Instantaneamente, urgiram movimentos sociais. E qual o objetivo deles se não  movimentar , ou seja, sair do amistoso e re-valorizar a divergência? Movimentos sociais são, portanto, organizações ativas de contracultura. Do lado das ciências exatas e do pensamento grego, surgiu o termo  redes sociais , pelo menos algumas dezenas de centenas de anos antes de qualquer mensuração sobre sites como Twitter ou Facebook. Adotou-se que os movimentos sociais eram redes unidas por laços ideológicos, pois só assim seria justificada a “contra-adição”. Feita essa introdução atropeladamente todoroviana até aqui, vamos ao que interessa: a comunicação nos gru...

Brasil por UK?

"Vei, é um álbum instrumental, tipo jazz, mas sem parecer aquelas jam sessions intermináveis" Empolgadão, foi assim que o Vinícius Mesquita me apresentou o " South of the border ", álbum dos anos 70 assinado por  Brazilia '70 & The Chico Lopez All-Stars , grupo até agora desconhecido pra mim. Conversamos: - Será que é brasileiro? - Não sei... Brazilia com 'z'. Os 283.000 resultados do Google ou pelo menos os dez da primeira página são insatisfatórios tanto no que se refere ao álbum, quanto no que tange ao grupo musical. No primeiro caso, a pesquisa remete a um documentário político estadunidense do diretor Oliver Stone e, no outro, a algumas páginas de download e venda do LP. Segundo o blog Easy Listening World , as canções são todas originais sob a autoria de Syd Dale, Lew Warburton e Ray Davies. UK Parece que o álbum é o Brasil transcrito por músicos ingleses (UK). E quem seria o "... and the Chico Lopez "? Alguém sabe? O Go...

"Eixo" politiqueiro

“Prometeu e cumpriu! Chegaram os novos ônibus!” – A mensagem estampada no letreiro que deveria indicar a linha “ 001 – Eixo Anhanguera ” é uma forma lavada de jogar na cara da população que, depois de alguns muitos anos de procrastinação, o governo atentou aos problemas do transporte coletivo no Eixo Anhanguera. Só para a renovação da frota necessária para o ‘carregamento das cabeças humanas’, os números são: 240 mil usuários por dia, 90 ônibus novos , sendo 30 biarticulados e 60 articulados, R$ 87 milhões e um objetivo possivelmente carregado de estratégias politiqueiras . Mas calma. Não tenha pressa. Demorou tanto para chegar, foram meses pré-lançamento, alguns tantos discursos inflamados em ocasiões de lançamento que, agora, lentamente, um a um, os ônibus novos vão substituindo as antigas carcaças pichadas pela lama resultante do atrito do suor dos corpos de fim de expediente. Trabalhei como Fiscal de Transporte Coletivo na Metrobus por cinco meses, período em qu...

Banda bonitinha

Direto ao ponto, A Banda Mais Bonita da Cidade é bonitinha. No mesmo naipe da Sandy. A diferença é que há uma pitada agridoce nas letras que impõe um ar de personalidade própria. Junto à amiga de jornais e artes Bruna Arantes , arrisquei ‘quarenta conto’ neste dia 21 de setembro no Bolshoi Pub  para conhecer ao vivo a banda curitibana que até então só tinha grudado em mim e em todo mundo com o webhit Oração . Fiz questão de não buscar mais informações na internet antes do show. O intuito era conhecer quem eles eram por trás do vídeo muito bem produzido e reproduzido do single. Na real, só arrisquei a ressaca no meio da semana (quarta à quinta) e a grana de fim de mês por dois motivos: 1.        A abertura do show foi por conta da Gloom , a banda mais bonita de Goiânia, conforme acordado entre artistas e público na ocasião. E então valeria a pena, mesmo se a curitibana fosse ruim; 2.        Entrevistas e crí...