domingo, 16 de agosto de 2015

Nós, os sedentos

O mundo está cheio de nós, os sedentos
os que cedem pra não padecer
os que fingem pra não parecer
e dormem contentes e detentos

Vamos ser um sonoro trio redento
no arco do redemoinho do ser
no tinir da esgrima ao ferir você,
de abas impostas contra o vento

Somos o grupo do "atrócito" lento
a um lápis dos desejos, a seco
a onze anos de nascer de novo
para os humanos de livre rebento.

Um comentário:

  1. Oi João. Gosto muito de seus poemas, muito bem escritos e até objetivos, pode continuar postando que tem sempre alguém lendo. Abs.

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