sábado, 22 de junho de 2013

manifest...POESIA

Estéril, a teoria
um tédio, a verdade
o comentário da maioria
a violência e a fatalidade
[amorosidade!]

não tem fim
nem começo, brow
mas tem sim
apreço de quem abraçou
[celebrou!]

corpo e alma
e gritou alto!
o alvo, retoma
é do povo, farto
[cala-te!]

de tudo isso // que nem
'tiuría' nem o que se fala
no bar da tia podem
caPTar O QUE A poesia raPTa
[amo-te!]

Um comentário:

  1. Caro amigo

    Sempre que dirigimos
    os nossos pensamentos,
    ao que acorda sentimentos bons
    em outras vidas,
    cada palavra escrita
    é uma espécie de oração.

    Que teu coração seja o céu
    onde as palavras possa voar
    buscando a esperança.

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