terça-feira, 17 de julho de 2012

lendo João e lendo sobre Zé

Do Louvre, do love, do Wagner,
do York, do 'orc', dos croques.

Se soubesse escrever em outros idiomas, nem mais teria língua de tão saltitante, mas não sabendo.

Por aqui passou, mas já passou mesmo, o que seria música se a habilidade dos instrumentos eu aprendesse, mas não habendo.

Dos tons, meio Zé, meio Jobim, meio da padaria.
Um e meio, porque o buraco no meio também faz parte do quadrado-talvez-oco.

E eu diria de outro jeito, mas não dizendo (vide meu xará Guimarães Rosa).

Pela flor que só nasce do que a terra sente e não do que a preta sabe, os odores que vão sem vão não nascendo a existir.

O que flora aqui mostra o que não se diz: A pérola que já foi pedra cutucadora da ostra (vide Tom Zé, na Bravo! de julho/2012).

Mas eu, de fato, ouvi sem saber tocar um batuque, tipo uque-uque-ticutuqui com baixo em tapst-tapst-tups-tapts depois de ler o que se Abril sobre Tom Zé.


Um comentário:

  1. Caro amigo

    Quando as palavras
    encontram sentimentos
    que fazem com que elas
    encontrem seus sentidos,
    nossa vida se enfeita
    com as cores da esperança.

    Obrigado por sua amizade.

    Aluísio Cavalcante Jr.

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