segunda-feira, 4 de abril de 2011

Matutando donde vim para lá

Útero eterno estável.
Um elástico controlável,
Curva tocável
Com sentimento palpável.

Réu, sou eu?
A passos mansos,
Solavancos
E visões por trás do véu.

Lambo este céu
Que nem alcançarei.
Melhor ficar com o pouco mel
Que trago de meu rei.
Sonhei.

Comi os versos e formatei
Pelos botecos, em tudo olhei:
Cada ato, fato comprado.
Pouco caso, mal dado, resgatado.

Procriei.
Casa nova, casca fora.
Só engomei
Dia a fora.

escrito em agosto de 2010.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Digite seu e-mail aqui para receber atualizações do Descaradamasio. A média é uma postagem semanal.