domingo, 26 de dezembro de 2010

Desinfetante no vaso do amor

Caguei meu coração

No chão

Numa privada

Mal amada

Sem barba, com espuma

Sem toalha, olha a ducha

Coaduna

Insere na lacuna


Reinventa o ser humano

Rezando ou cagando

Faz a roda girar

E no botão apertar

Sino ressonar


Descoberta vil

Não vale um centil

Da cagada do amor

Desgardas da dor

2 comentários:

  1. Achei engraçado o poema.

    O paralelo que vc faz entre o amor e a cagada, por um lado tem tudo a ver, já que nem sempre se apaixonar é sinônimo de ser feliz.

    A foto da privada com papel de coração ajudou a achar graça.

    Abraços.

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  2. Privada com amor, quem diria? Comparação e poema bem fedorento, será que o amor fede tanto??????????????????

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