
O Brasil preferiu uma herança búlgara. Dilma Rousseff, a primeira mulher presidente do quinto maior país do mundo, governará até o ano de 2014.
A campanha foi muito mais uma guerra de poderes que dialética ideológica. Sua candidatura foi uma imposição a ponto de dirigir a delegação brasileira em Copenhagen na conferência pelo clima, em que, diga-se de passagem, ela cometeu gafes e discursou incertamente, pois não era a ministra adequada à situação.
Tudo isto não foi Dilma. Talvez por sorte nossa ou azar, ainda não conhecemos a mulher que elegemos. Neste segundo turno, anulei meu voto porque não podia assinar em baixo de um projeto que não conhecia (nem de outro que não concordava – PSDB).
Em 2010, unicamente por causa de todo conjunto petista, atualmente a cúpula lulista, Dilma Rousseff (PT) foi eleita. Uma desconhecida que, hoje, é considerada a mulher mais poderosa do país. Ano que vem poderei dizer se me orgulho ou me envergonho de ter Dilma como a primeira mulher presidente.
Deve, ela, ser excelente. Afinal foi eleita em vez da filha da Amazônia, com identidade e protótipo totalmente brasileiro, Marina Silva (PV) e do experiente, José Serra (PSDB). A búlgara foi exportada ao Brasil e adotada como presidente no lugar do socialismo verdadeiro de Plínio de Arruda (PSOL) e de tantos outros com menores relevâncias políticas no Brasil.
Vamos, agora, conhecer Dilma e torcer por um bom governo! Que seja, no mínimo, a continuação do governo Lula, que não é “essa coca-cola toda”, afinal, grandes conquistas vieram atreladas a estrondosos escândalos que envolveram uma rede sem fim de potenciais líderes petistas.
Bom governo à Dilma e boa Cidadania à todos nós que exerceremos o Controle Social efetivamente. Viva à democracia e até 2014 quando seremos satisfeitos na eleição da verdadeira mulher brasileira como presidente do Brasil, a filha deste país com raízes amazônicas.
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