segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Aaaa... Àquele Amor, Adeus Acróstico


Lembranças latentes
Ocasionadas
Racionalmente
Raras
Amor, te vi
Não sei, mas escondi
E fui ao fim do ônibus

Louco como sou
Orgulhoso
Racionalizou
Racionalizei
Apodreci vergonhoso
Não chame
Emocionei

Lento, lembro
Olho pelo reflexo
Razo no vidro
Realmente
Amo você
Nem esperava
Encontrar, reencontrar e não te falar

Fluindo do mistério
Oco
Imaginário

4 comentários:

  1. Não sei pq se conter meu amigo! Imagino que a vida, de nada seria oca, se o mistério, deixa-se de ficar no mundo do imaginário, rs!

    ResponderExcluir
  2. Gostei! É tão linda essa loucura que caminha soprando ideias e sentimentos aos ouvidos daqueles que se chamam poetas.

    ResponderExcluir
  3. Não resisti não comentar eu mesmo desta vez.
    Diogo, sem o sofrimento, para mim, não há poesia.
    Se eu não me contivesse, não teria escrito. E quem disse que eu me contive. Minha alegria é este mistério. Sair dele seria a morte.

    Concordo Brunna, a poesia é esta loucura toda mesmo!

    ResponderExcluir

Digite seu e-mail aqui para receber atualizações do Descaradamasio. A média é uma postagem semanal.