(para ler sem vírgula na língua)
Fim. Microcontaria se a paz dos sonos adornasse nos dias últimos os úmidos calores que àquela me impermitiram mostras de sejas feliz em desgredo pelos alvos gostosos pelos castanhos cerdos sedosos cedros sobre seios receios lindos mimos assim, chiados ssurrantes, por vezes rranhantes abusos razoáveis, mas não cairia palavra neste anfleto se aflito não estivesse o sonho que acho viver quando acordo em susto de pesadelo. Minicontaria de novo. Início.
Neste período eleitoral, mais que nos anteriores, o termo “voto nulo” ronda o imaginário dos eleitores. Não estou chutando isso. Em termos de internet, o Google mostra que em 2012 o termo já foi mais procurado que em todo período eleitoral e pós-eleitoral do último pleito. A despeito de uma 'campanha-sem-dono' pelo voto nulo que se espalha por algumas vias principalmente na internet, a publicidade governamental e a reprodução ideológica dos jornais empunham uma cara campanha para que o cidadão “exerça seu direito de votar em alguém”. No meio da guerra de argumentos que a imprensa não consegue aclarar (fiz um quadro a baixo para sintetizar), li um artigo realmente esclarecedor, escrito pelo assessor do TRE, Alexandre Francisco de Azevedo, no Jornal O Popular. Ele consegue manter seu posicionamento contra o voto nulo enquanto explica judicialmente todos os lados. No entanto, um termo infeliz não pôde passar em branco pelo meu crivo de leitura: ele cita duas vezes que voto ...
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