(para ler sem vírgula na língua)
Fim. Microcontaria se a paz dos sonos adornasse nos dias últimos os úmidos calores que àquela me impermitiram mostras de sejas feliz em desgredo pelos alvos gostosos pelos castanhos cerdos sedosos cedros sobre seios receios lindos mimos assim, chiados ssurrantes, por vezes rranhantes abusos razoáveis, mas não cairia palavra neste anfleto se aflito não estivesse o sonho que acho viver quando acordo em susto de pesadelo. Minicontaria de novo. Início.
Quando eu era pequeno, lembro de ver a Yashira nas ruas de Palmelo. Ela era a louca e eu tinha medo dela, mas achava curioso. Uma parte de mim queria se aproximar dela, foi a parte que depois me levou a fazer curso de teatro e, quando eu atuava, eu lembrava um pouco dela e das performances que ela promovia nas ruas da cidade. Aí eu comecei a entender que era arte o que ela fazia. Mas era uma arte muito estranha, eu não achava bonito. Comecei a achar bonito quando me envolvi ativamente com movimentos ambientalistas durante uns cinco anos e vi que tudo o que ela fazia como arte era sustentável e que ela tinha uma mensagem ecológica. O ativismo dela não era pautado em um coletivo de políticas públicas como o meu, era um envolvimento por inteira. Junto, era uma causa espiritual. Eu entendi isso quando, espírita que sempre fui, tentava compreender o que era mediunidade em mim e ouvi ela dizendo que tudo era mediunidade nela. A arte, a ecologia, a espiritualidade... expandindo mutuamente s...
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