Neste período eleitoral, mais que nos anteriores, o termo “voto nulo” ronda o imaginário dos eleitores. Não estou chutando isso. Em termos de internet, o Google mostra que em 2012 o termo já foi mais procurado que em todo período eleitoral e pós-eleitoral do último pleito. A despeito de uma 'campanha-sem-dono' pelo voto nulo que se espalha por algumas vias principalmente na internet, a publicidade governamental e a reprodução ideológica dos jornais empunham uma cara campanha para que o cidadão “exerça seu direito de votar em alguém”. No meio da guerra de argumentos que a imprensa não consegue aclarar (fiz um quadro a baixo para sintetizar), li um artigo realmente esclarecedor, escrito pelo assessor do TRE, Alexandre Francisco de Azevedo, no Jornal O Popular. Ele consegue manter seu posicionamento contra o voto nulo enquanto explica judicialmente todos os lados. No entanto, um termo infeliz não pôde passar em branco pelo meu crivo de leitura: ele cita duas vezes que voto ...

Que legal essa rima, mas sei que ela esconde um assunto realmente chato, pessoas egoístas e preocupadas em agradar.
ResponderExcluirÉ complicado definir exatamente o que é chato, pois pra mim por exemplo, quase tudo o que dizem é chatice, mas busco entender antes de falar.
Quase tudo porque hoje em dia tudo se tornou tão superficial, as pessoas sempre se deixam levar pela maresia e muitas tem preguiça de buscar por coisas novas.
Eu sou o chato mesmo. Me achei chato e escrevi um parágrafo chato, porque me chateei por estar chato kkkkk
ResponderExcluirQue você é chato eu sabia, porém, isso foi feito para mim!!!! Como eu amo ser chata!!!!!! Tem hora que chego a ser insuportável de tão chata que fico!
ResponderExcluirPelo menos você entende que é chato. E eu, que sou chato, me chateio por isso, mas não consigo me achar chato. Chato sou. Mas não me acho...
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