
Lembranças latentes
Ocasionadas
Racionalmente
Raras
Amor, te vi
Não sei, mas escondi
E fui ao fim do ônibus
Louco como sou
Orgulhoso
Racionalizou
Racionalizei
Apodreci vergonhoso
Não chame
Emocionei
Lento, lembro
Olho pelo reflexo
Razo no vidro
Realmente
Amo você
Nem esperava
Encontrar, reencontrar e não te falar
Fluindo do mistério
Oco
Imaginário
Não sei pq se conter meu amigo! Imagino que a vida, de nada seria oca, se o mistério, deixa-se de ficar no mundo do imaginário, rs!
ResponderExcluirGostei! É tão linda essa loucura que caminha soprando ideias e sentimentos aos ouvidos daqueles que se chamam poetas.
ResponderExcluirNão resisti não comentar eu mesmo desta vez.
ResponderExcluirDiogo, sem o sofrimento, para mim, não há poesia.
Se eu não me contivesse, não teria escrito. E quem disse que eu me contive. Minha alegria é este mistério. Sair dele seria a morte.
Concordo Brunna, a poesia é esta loucura toda mesmo!
Adorei a imagem! =D
ResponderExcluir